As Eras de Celúria #1 – A Era Livre

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“Serenas eram suas vontades enquanto eu testemunhava através de sua imensidão o amplo vale verdejante. Límpidos corriam os riachos, carregando o fragrante das folhas destacadas dos galhos acima. Criaturas corriam sem destino. Elas não conheciam seu início ou seu fim. Elas apenas existiam.”

– A Sagrada Vida de Antares. “O Vale Onde O Criador Não Existia Mas Zelava

Não se sabe ao certo quanto tempo cada era durou e nem muito do que aconteceu nelas, pois os homens tem apenas 3 fontes históricas: os compilados que fazem parte do livro “A Sagrada Vida de Antares“, as “Cenas de Celures” e os “Lamentos de Arthas“. Muitas vezes essas fontes são conflitantes e os humanos preferem acreditar em Antares, o guardião luminoso de sua religião principal, o Sumo Altar.

São seis as eras conhecidas pelos humanos:

  • A Era Livre
  • A Era do Império
  • A Era da Conflagração
  • A Era da Ingratidão
  • A Era da Retidão
  • A Era da Nova Alvorada

Aqui há um pequeno trecho de um resumo feito pelo Patri Constancio I sobre a Era Livre em suas anotações sobre o livro “A Sagrada Vida de Antares“.

A Era Livre

Segundo o primeiro compilado do A Sagrada Vida de Antares, “O Vale Onde O Criador Não Existia Mas Zelava”, a Era Livre é a primeira das eras, quando o Criador fez os homens a sua imagem e semelhança e povoou a terra verde de animais e plantas. Antares descreve a descoberta do mundo e o início do embate entre o Criador e os deuses pagãos, que gozavam das forças da terra verde de modo irresponsável.

 O Criador lutou por sete dias e sete noites até expulsar os reis pagãos que dominavam a terra. Após limpar a terra, ele ofereceu ao mundo uma força chamada magia. Ela flutuava sobre os bosques, florestas, rios, montanhas e nuvens, penetrava os oceanos, a mente e os corações das raças que ali viviam. A magia era uma dádiva do Criador, e mesmo aqueles que já existiam antes de conhecerem o Todo Poderoso, passaram a amá-lo e reverencia-lo, mesmo que não fossem suas criações. Após a criação da magia, o Criador entrou em um sono profundo que dura até hoje, porém, mesmo dormindo, o Criador ainda nos vê.

 No “O Vale Onde O Criador Não Existia Mas Zelava”, Antares também descreve a jornada da Primeira Semente, a primeira família humana que percorreu duas vezes as terras verdes em busca de um local de adoração para seu deus. Eles encontraram Anéa, um cume coroado por cinco grandes pilares: o Pai, a Mãe, o Filho, a Filha e entre eles, o Criador. Construíram sua casa no cume e um grande templo para adorar ao Criador e afastar as criaturas pagãs. Atualmente, esse templo faz parte do reino torlosiano e é onde localiza-se o Sumo Altar.

Há muita discussão a respeito da criação do mundo. Os gobnóides cultuadores dos espíritos da natureza afirmam que a Primeira Família nunca existiu e que os humanos já faziam parte da Terra Verde, mas concordam que uma força mística despertou e trouxe consigo a queda de vários espíritos anciões.

Anéa hoje é o centro da Igreja Antariana, religião que cultua o Sumo Altar e também Antares, como seu guardião. De lá o Patri, líder religioso da Igreja Antariana, senta no Sumo Altar e conversa diretamente com Antares, que tudo sabe a respeito do Criador, pois assim lhe foi permitido.


Acompanhe o cenário através do índice e da página do facebook. Até a próxima!

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