As Eras de Celúria #2 – A Era do Império

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“Nas mãos de gigantes estavam tecidos os fiapos de salvação que Skagh buscava agarrar. Humilhou-se perante Aleus, curvando suas magníficas escamas vermelhas que exibiam o rubor causado pelo mais doloroso ato que um dragão poderia realizar: obedecer.”

– A Sagrada Vida de Antares. “As Três Coroas Pagãs

São seis as eras conhecidas pelos humanos:

  • A Era Livre
  • A Era do Império
  • A Era da Conflagração
  • A Era da Ingratidão
  • A Era da Retidão
  • A Era da Nova Alvorada

A seguir, um pequeno trecho de um resumo feito pelo historiador platonino Balthus de Acácia sobre a Era do Império em suas anotações sobre o livro “A Sagrada Vida de Antares“.

A Era do Império

O livro “As Três Coroas Pagãs”, também escrito por Antares, descreve o sono do Criador e o retorno de três deuses pagãos, os gigantes, Aleus, Celures e Virat. Esses três deuses formaram uma aliança conhecida como “As Três Coroas”.

O nome da aliança que os gigantes fizeram faz alusão as coroas arcanas que eles receberam de presente dos anões. Como ótimos ferreiros, mineradores e construtores, os anões ofereceram a cada um dos reis gigantes um presente qualquer para ser forjado. Os reis queriam acima de tudo o controle sobre a energia arcana, então pediram aos anões, uma das raças que presenciaram a criação da magia, três coroas cujo poder permitisse o controle sobre essa força.

Os anões demoraram 7 anos forjando as três coroas, cada uma delas era gigante, maior que uma cidade. Os reis gigantes ficaram muito agraciados com os presentes, mas em seguida, iniciaram uma cruzada de extermínio contra as raças que haviam presenciado a criação da magia, para que somente eles pudessem dominá-la. Muitas raças diferentes foram extintas, inclusive os anões.

 Os elfos primordiais foram poupados por Celures, devido sua imensa beleza. Os dragões também foram poupados, mas por causa de Skagh, que preferiu se ajoelhar e oferecer a total servidão dos dragões aos reis gigantes. Todas as outras raças que não se ajoelharam foram exterminadas.

 Os humanos lutaram, mas no fim se ajoelharam aos gigantes e, como punição pela revolta inicial, tiveram que prestar tributos de escravos e comida, além de terem que encerrar totalmente o culto ao Sumo Altar e oferecer sua fé aos gigantes. A partir desse evento, surgiram outras religiões, algumas semelhantes ao Sumo Altar, outras completamente diferentes, mas ainda haviam humanos que rezavam ao Sumo Altar em segredo.

 Celures, a única fêmea entre os reis gigantes e poupadora dos elfos, passou a dar presentes as raças sobreviventes, em troca de elogios e adorações. Os elfos e os gigantes, muito contentes, passaram a chamar a Terra Verde de Celúria, em retribuição a mãe de todos, como Celures era chamada. Os gigantes começaram a se proliferar e tornar-se uma raça abundante. Seu domínio era absoluto.

Não se sabe exatamente por quanto tempo, mas imagina-se que por séculos as Três Coroas Pagãs dominaram absolutamente toda Celúria e as criaturas que nela habitavam. Porém, isso iria mudar em breve com o nascimento de um jovem camponês, um humano que iria desafiar deuses.


Acompanhe o cenário através do índice e da página do facebook. Até a próxima!

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