As Eras de Celúria #4 – A Era da Ingratidão

Arthas

“Olhou para o jovem e vislumbrou os equívocos do passado. O rosto, o sorriso e os olhos transpareciam a lealdade de alguém que ele havia traído. Toda a aflição que afundou seu coração veio à tona. Arthas entregou seu próprio sangue para afirmar sua redenção.”

– A Sagrada Vida de Antares. “A Traição Pagã

São seis as eras conhecidas pelos humanos:

  • A Era Livre
  • A Era do Império
  • A Era da Conflagração
  • A Era da Ingratidão
  • A Era da Retidão
  • A Era da Nova Alvorada

A seguir, um resumo utilizado pelos Filis da Igreja Antariana de Torlosa, para a educação de jovens antarianos.

A Era da Ingratidão

Acredita-se que os homens se referem a 4ª era como A Era da Ingratidão devido a sucessão de traições ocorridas naqueles anos. Filhos mataram pais, homens traíram a fé verdadeira, criaturas renegaram sua própria raça. Os eventos desta era foram descritos no livro “A Traição Pagã”, o 4º compilado do livro “A Sagrada Vida de Antares”.

 Os reis gigantes estavam furiosos com o retorno de Antares. Ele havia ressurgido no Sumo Altar e estava representando o próprio Criador em sua glória guerreira e magnificente sabedoria.

Aleus recebeu seu filho de volta, esperando mais uma maquinação para trair e matar Antares, mas Arthas aparentemente havia se convertido a fé antariana e matou seu pai. Para isso, ele propôs a criação de uma nova coroa, ainda mais poderosa que as três primeiras e que seriam feitas pelos dragões, seus servos. Aleus aceitou e mandou seu filho convidar Skagh a seu lar para que o dragão tirasse as medidas da coroa. Arthas, que podia se transformar em outras criaturas, tomou a forma de Skagh e enquanto media a coroa, a tirou da cabeça de Aleus e, com o poder arcano, matou seu próprio pai.

 Todos os outros gigantes estavam furiosos com Arthas e caçaram e batalharam contra ele por anos, enquanto o filho ingrato permanecia ao lado dos humanos.

 Nesse período, Antares recebeu um chamado do céu e se ausentou, observando os humanos a partir de sua morada, o sol. Mais tarde, nosso senhor guardião do Criador revelaria que foi ao céu punir Mordecai, o falso santo.

 Celures morreu pelas garras dos dragões, em uma traição arquitetada por Quafiro, O Cruel, que engoliu a coroa pagã e tornou-se extremamente poderoso. Mesmo assim, os gigantes estavam ganhando a guerra, para o desespero de Arthas. O gigante foi convencido por Luda, um príncipe humano muito esperto para sua pouca idade, a entregar a magia para que os humanos pudessem derrotar os gigantes. Arthas ponderou por 7 dias a ideia, mas por fim decidiu ceder a magia em seu sangue. Luda, preparado com um exército de apoio, acorrentou Arthas a terra, prendendo o gigante como vingança pela morte de Antares e afirmando que nunca poderia confiar em alguém que traiu Antares e o próprio pai.

 Luda manteve a coroa na cabeça de Arthas apenas para obter o controle da magia através do sangue do gigante. De posse do sangue de Arthas, os humanos tinham controle sobre ele, já que foi uma oferenda de sangue e não uma conquista.

Com a magia de Arthas, derrotaram Virat, o último dos três reis gigantes, pondo fim ao reinado pagão. A coroa de Virat partiu-se em uma montanha, causando uma explosão que devastou uma área gigante e liberou uma energia que desequilibrou a paz do Criador. Anomalias arcanas surgiram na natureza após a destruição da última coroa pagã.

A Era da Ingratidão foi a mais rápida das eras. Mesmo assim, ela foi permeada por reviravoltas, traições, crueldade e a ascensão e queda de muitas raças. Ela também foi a responsável pela criação dos vigores, que viriam a ser feitos do sangue de Arthas.

A Igreja Antariana surgiu e pavimentava com voracidade seu caminho rumo a dominação dos povos pela fé. Longe de Antares, sua hierarquia foi bem definida, e o primeiro Patri, Galleus, viria a criar os Inquisidores. Uma nova era estava prestes a surgir, cheia de conflitos e revoltas, embora seja conhecida como a mais santa das eras.


Acompanhe o cenário através do índice e da página do facebook. Até a próxima!

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