O que a série Souls pode ensinar aos mestres de RPG?

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Com o lançamento de Bloodborne, o RPG vitoriano da From Software que carrega o visual e alma de Dark Souls e Demons Souls, e meu consequente jorro de lágrimas por não possuir um PS4, resolvi voltar a boa e velha Lordran. O clima soturno e mórbido da série, assim como a dificuldade e a acuidade de suas mecânicas são os fatores que tornaram-na tão famosa, entretanto, há diversos elementos secundários que às vezes nos passam despercebidos, mas que estão sempre presentes e que podemos aprender muito com eles para tornar nossas mesas de RPG mais ricas.

Entregue o mundo em pequenos pedaços:

Na série Souls, a sutileza prevalece. Tanto no gameplay quanto na construção da história e cenário. Não há narradores que contam sobre o passado, presente e futuro, não há diálogos esclarecedores. Mas há itens que trazem uma história e pequenos diálogos que revelam certos aspectos daquele mundo. Há criaturas que fazem parte da história daquele local, e que não foram aleatoriamente pensadas em seu design. Todas elas fazem sentido. Continuar lendo

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