10 doenças para você usar em sua campanha

karla_ortiz_concept_art_02-680x494No RPG tentamos emular uma realidade que se assemelhe a nossa, porém com divergências místicas. Muitas vezes são cenários comuns a história da nossa realidade, mas com um gosto de “e se houvesse magia?”.

Nossas aventuras são feitas em cima de acontecimentos fantásticos, porém com o dedo mindinho da realidade cutucando os personagens, com limitações básicas que afetam qualquer herói, como o sono, a fome, a exaustão física e mental. Muitas vezes, lembramos apenas dessas questões quando os personagens enfrentam ambientes extremos, onde se faz preciso vencer inúmeras adversidades para sobreviver. Essa é a hora em que o mestre abre um grande sorriso no rosto e diz: “faz uma jogada de proteção modificada pela Constituição”.

É ai que entram as doenças!

Como o RPG tradicional possuí um cenário fictício repleto de raças, monstros e animais exóticos, acaba tornando fácil contrair algo um pouco mais pesado que uma simples gripe.

Abaixo, uma pequena lista de doenças para você utilizar em seus jogos de RPG, criadas com base em sistemas D20. Continuar lendo

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Reinos de Celúria #2 – Platônia

Platonia 3

“Dizem, em um arguido bradado por homens de caráter néscio, que nós, platoninos, somos contra a edificação da paz, da família e de deus. Essa confusão, sem dúvida, é causada pelo Culto da Ignorância Increpante e Adejante. Pelos adestradores que governam a nação com o auxílio das aves enxeridas, não nos restando escolha a não ser sussurrar ideais e lembranças de liberdade.”

– Abel Utri. “Um pássaro me contou

Breve História: os platoninos fugiram de Artemia juntamente com os euróques. As duas nações sempre foram muito unidas e a Platônia mantinha essa amizade através de acordos de mineração, produção científica, artística e religiosa, entre outras coisas. Ao chegar em Celúria, as duas nações se afastaram por um tempo, mas depois refizeram seus laços. Continuar lendo

Celúria em Jogo #2 – A Magia

Nuvens de magia

A magia é uma força natural capaz de manipular a ordem presente na natureza. Desta forma, ela pode ser utilizada tanto para criar ordem quanto caos. Segundo a Igreja Antariana, a magia é uma dádiva do Criador, distribuída na Terra Verde para torna-la mais habitável.

Todas as raças existentes antes da criação da magia aprenderam a dominá-la, e as que vieram depois, como os humanos, ficariam sem ela. Continuar lendo

Páginas de Voltura #02 – Horizontes Cinzentos parte final

E então, estão gostando das histórias? Mas é claro que sim!

Agora percebo que há muitas faces novas ao redor desta mesa. Ora, aos que perderam o inicio, prestem atenção agora, talvez entendam alguma coisa.

Voltando aos nossos heróis.

Sistema: Old Dragon (D20).

Personagens:

  • Elfric (nível 7): anão guerreiro. Ex-guarda de cidade que se viu forçado a encarar o mundo após sua esposa ter sido feita escrava pelos Homens-Lagartos. Tem como arma favorita uma montante.
  • Minukelsus (nível 6): humano necromante. Após ter sido curado de uma doença que o deixou repleto de cicatrizes, ele aprendeu o ofício da magia e busca itens mágicos para sua mestra. O grupo acha que ele é apenas um mago comum.
  • Trevor (nível 2): humano homem de armas. Após ter escapado do cerco a cidade de Nis, decidiu criar uma companhia de mercenários e ganhar muito dinheiro. Tem olhos dourados.
  • Arkos (nível 2): humano bárbaro. Saiu da sua tribo afim de explorar o mundo e descobrir as recompensas que ele traz. Usa o totem da tartaruga (+1 na CA).

Ouçam bem.

Os bosques de Lughdis.
Os bosques de Lughdis.

A chuva cessou, embora as nuvens de rosto cinzento continuassem ameaçando mais uma tempestade. Tomaram distância da caravana rapidamente e adentraram uma região repleta de bosques que entrecortavam a estrada. As folhas secas preenchiam o caminho, rodopiando a cada trote dos cavalos e a cada sopro de vento vindo do oeste, no litoral próximo. Os galhos secos farfalhavam segredos incompreensíveis, e pequenos pássaros procuravam abrigo da chuva vindoura. Arminhos ziguezagueavam arbustos, em busca de coelhos, e raposas permaneciam de olho em ambos. Continuar lendo